Turundir

Turundir

Guardião Arcano - 10º nível

 
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DIAMANTE ASTRAL
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318.558
400.000

 

EQUIPAMENTOS
"Cetro sagrado Ancião de Harkimedes"
"Símbolo sagrado Ancião de Harkimedes"
Escudo de aço
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"Anel do mago"
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Armadura élfica completa
10 ossos (ingredientes)
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As circunstancias sobre o nascimento de Turundir são um mistério. Ainda bebê, o pequeno elfo foi deixado na porta de um casal de camponeses, em Cavurrodro durante uma “noite de tempestade, onde houve fogo nos céus e sangue na terra”, como sempre descrevia seu pai adotivo, Telário. Com o bebê, foi encontrado um pingente da ordem de clérigos de Harkimedes.

Turundir foi criado com os dois outros filhos de Telário e Zorina, Irium e Sabina. Os três foram criados como irmãos e apenas Turundir sabia que não era filho legítimo, o que legitimou o sentimento que sempre nutriu por Sabina, mas que nunca pôde revelar. Telário e Zorina nunca esconderam sua origem e as histórias contadas por eles sobre a noite em que foi encontrado sempre mexeram com seu imaginário, despertando a curiosidade sobre as tais criaturas que põe fogo nos céus e sobre o símbolo em seu pingente.

Em mais um dia de trabalho no campo, o jovem elfo (que devido ao trabalho diário ganhou um porte incomum para elfos, que são geralmente esguios) e sua família receberam a visita de um viajante, chamado Ziltar, que pediu abrigo após estafante viagem. Ziltar, que se identificou como clérigo de Ruternof, permaneceu dois dias em convívio com a família e demonstrou especial interesse no pingente de Turundir. Durante o almoço do segundo dia, estimulado pelo interesse de Ziltar, Telário revela a todos (incluindo aos dois filhos) a história sobre o aparecimento de Turundir. Ziltar, impressionado com a história, convida Turundir a seguir viagem com ele, como aprendiz e escudeiro. Turundir aceita.

Ziltar e Turundir passam então anos em viagem, com Ziltar cumprindo pequenas tarefas para sua ordem em diferentes regiões de Cavurrodro. Ao longo desse período, Turundir aprendeu não apenas as letras e os números, como também técnicas de combate. Aprendeu também sobre deuses e dragões (incluindo a língua draconiana), embora não tenha se interessado, naquele momento em seguir com o clericato. Viraram grandes amigos.

Após esse período, ambos voltam as terras de Telário. Deparam-se com um cenário arrasado, as plantações haviam dado lugar ao mato alto e a casa estava em ruínas. Uma lápide podia ser vista próxima ao que restou das paredes, onde podia-se ler: “Aqui jazem Telário e Zorina, que lutaram bravamente até o fim! Adeus pais!”

Em choque, e com muitas dúvidas, Turundir procurou em vão por seus irmãos, e mesmo os camponeses mais próximos nada sabiam, uma vez que as terras de Telário ficavam há milhas de distância. Ao perceber que não conseguiriam nenhuma informação relevante e que o melhor era seguir em frente, Turundir toma uma decisão. Pede para que Ziltar o leve à Ordem dos Clérigos de Harkimedes, para que pudesse seguir com seu autoconhecimento e crescimento pessoal e espiritual.

Assim, Ziltar o levou para Ringërli, onde foi iniciado na ordem por Quisário, seu principal tutor nos caminhos divinos. Ziltar seguiu seu caminho, embora ainda tenham se comunicado por correspondência durante o período em que Turundir estava locado na Ordem.

Após finalmente ser proclamado seguidor de Harkimedes por Quisário, Turundir passa a cumprir pequenas missões pela Ordem, como Ziltar fazia. Percorria vilas e cidades, campos e litorais, onde ficava de dias a meses, cumprindo suas atribuições e com a esperança de um dia descobrir detalhes sobre sua origem, e sobre o que aconteceu com sua família adotiva.

Até que um dia esbarrou com um grupo de aventureiros em uma Vila chamada Talbor...